Polícia pede prisão de homem após agressão em condomínio na Capital

Polícia pede prisão de homem suspeito de agressão em condomínio no Norte da Ilha; caso envolve histórico com mais de 300 registros

Imagem ilustrativa criada com Inteligência Artificial.
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Um caso de violência dentro de um condomínio em Canasvieiras, no Norte de Florianópolis, ganhou novos desdobramentos após a Polícia Civil solicitar a prisão preventiva do homem suspeito de agredir uma vizinha. O pedido foi aceito pela 36ª Promotoria de Justiça da Comarca da Capital na segunda-feira (30).

A ocorrência teve início na noite de sábado (28), quando uma moradora relatou ter sido atacada pelo vizinho durante uma discussão. Segundo o relato, o agressor teria utilizado um objeto semelhante a um cacetete. O companheiro da vítima também ficou ferido na situação.

Atendimento inicial e mudança na condução do caso

A Polícia Militar foi acionada e esteve no local, mas não realizou a prisão em flagrante. Conforme o procedimento padrão, a ocorrência foi inicialmente tratada como de menor potencial ofensivo, sendo encaminhada por meio de Termo Circunstanciado.

No entanto, no dia seguinte, a Polícia Civil ouviu as vítimas e reuniu novos elementos sobre o caso. A partir das informações coletadas, a investigação passou a considerar a gravidade da conduta e solicitou a prisão preventiva do suspeito.

Histórico de ocorrências chama atenção

Um dos fatores que pesaram para o avanço da investigação foi o histórico do investigado. De acordo com registros policiais e relatos de moradores, o homem acumula mais de 300 boletins de ocorrência ao longo de pelo menos seis anos.

Entre as denúncias registradas estão:

  • Ameaças
  • Lesão corporal
  • Invasão de propriedade
  • Danos materiais
  • Injúria e difamação
  • Perturbação do sossego

Moradores relatam um ambiente constante de tensão no condomínio, com episódios recorrentes de intimidação.

Família vive clima de insegurança

Após a agressão, a vítima e familiares deixaram o local por segurança, mas retornaram ao apartamento nesta semana. Mesmo assim, a rotina segue marcada pelo medo.

Segundo relato, a família tem evitado sair de casa e aguarda os próximos desdobramentos da Justiça em relação ao pedido de prisão.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil.


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