Florianópolis lidera o ranking de inflação acumulada entre as capitais brasileiras pesquisadas pelo Índice de Custo de Vida (ICV) da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc). Entre janeiro e setembro de 2026, o indicador subiu 5,17%, acima da média nacional, de 3,95%.
Em setembro, o custo de vida na capital teve alta de 0,74%. O principal impacto veio do grupo Alimentação e Bebidas, com aumentos expressivos em produtos como tomate, batata e cebola.
Veja os alimentos que mais subiram em setembro
- Tomate: alta de 56,50%;
- Batata inglesa: aumento de 38,85%;
- Cebola de cabeça: alta de 31,38%;
- Tubérculos, raízes e legumes: avanço de 40,49%.
Inflação em 12 meses também preocupa
Entre outubro de 2025 e setembro de 2026, Florianópolis acumulou inflação de 6,08%, a segunda maior entre as cidades pesquisadas. Goiânia ficou na primeira posição, com 6,10%. A média nacional no período foi de 4,58%.
Calculado desde 1968 pela Udesc Esag, o ICV acompanha mensalmente os preços de 297 bens e serviços consumidos por famílias de Florianópolis com renda entre um e 40 salários mínimos.
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