Criciúma conta com 200 vagas sobrando para creches da Afasc

Cenário é bem diferente de 2008, quando município contava com filas de espera para matrícula

Imagem ilustrativa criada com Inteligência Artificial.
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A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) desta quinta-feira, 22, que determina a obrigatoriedade do Poder Público em garantir vagas da creche e pré-escola para todas as crianças, levantou um debate acerca da situação da educação infantil em Criciúma. Isso porque a discussão começou primeiro no município, em 2008, quando haviam filas de espera para crianças. Atualmente, no entanto, sobram cerca de 200 vagas.

De acordo com o diretor executivo da Associação Feminina de Assistência Social de Criciúma (Afasc), o município conta atualmente com 6 mil vagas contratadas pela instituição. Essas vagas estão distribuídas em 40 unidades educacionais, mas não estão todas preenchidas.

“Temos 5,8 mil vagas ocupadas, restando então, em regiões distintas, 200 vagas. Quando um pai vem buscar uma vaga na instituição, ela oferta hoje dois locais que temos vagas: o Polo Regional do Rio Maina, na região do Metropol, e na Região da Próspera, próximo ao bairro Cristo Redentor”, pontuou Adriano.

 

A determinação do STF, no entanto, não obriga que a vaga oferecida pelo Poder Público à criança seja na unidade mais próxima de sua residência. Ainda assim, segundo o diretor executivo da Afasc, a instituição busca sempre fazer o registro com base na proximidade do morador.

“Se não tem matrícula, ofertamos na escola mais próxima e assim vai, por zoneamento e região, até conseguir atender as necessidades do pai. Tem que ofertar uma vaga em Criciúma, mas não necessariamente ao lado de casa, porque pode não ter”, destacou.

Fonte: Rádio Cidade em Dia

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