Em entrevista a Lara Silva para o Jornal da Rádio Cidade desta terça-feira (1º), o presidente da Alesc, deputado Moacir Sopelsa, fala sobre o veto do governo estadual ao Projeto de Lei que diz respeito às leis tributárias e a decisão de aumentar o prazo para um acordo. “É um projeto de lei que recebeu, das 6 emendas, cinco vetos totais e um parcial do governo do Estado. Entre as emendas que foram vetadas, existem alguns produtos que estão sendo discutidos como a bebida quente, a farinha de trigo, o leite e outros produtos que vão sofrer o aumento de ICM. Se nós simplesmente vetássemos a derrubada ou a manutenção do veto do governo do Estado nós estaríamos apenas indo ao encontro de uma discussão judicial, o governo poderá ajuizar essa derrubada do veto e não se consegue resolver o problema para ninguém”, explica.
O deputado ainda destaca que o tributo só passará a vigorar a partir de abril e que por isso existe esse prazo para tentar trabalhar com o governo e conseguir uma proposta em que se chegue a um comum acordo. “Pode ser também que não aconteça nada, que o governo diga que o projeto vai seguir como está e aí sim nós vamos com o projeto para o plenário. Mas a tentativa é construir uma proposta que possa atender a todos os setores”, acrescenta.
Confira a entrevista completa:
Fonte: Rádio Cidade Tubarão
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