A possibilidade de uma minirreforma trabalhista e os rumores a respeito ao possível fim do seguro-desemprego e da multa de 40% do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), vem gerando dúvidas a população. Procurando esclarecer, a jornalista, Daiana Carvalho, recebeu a advogada trabalhista, Tamilli da Rosa Custódio para entender o que é fato e o que é fake sobre o assunto.
A proposta é formada pelo GEAT (Grupo de Altos Estudos do Trabalho), fundado em 2019 pelo ministro da economia, Paulo Guedes. “A proposta prevê a diminuição do fluxo de funcionários dentro das empresas. Tirando a multa de 40% do funcionário, não teria motivo da demissão do mesmo e removendo o seguro desemprego da mesma forma, já que muitos procuram sair da empresa buscando pelo benefício”, explica Tamilli da Rosa Custódio.
Porém a proposta não tem a intenção de beneficiar o empresário, apenas “prejudica” o trabalhador. A empresa continuaria pagando os 40% ao FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador) e não mais ao trabalhador. “O FAT abasteceria as contas de FGTS dos trabalhadores que recebem até um salário mínimo e meio durante 30 meses”, explica a advogada.
A entrevista completa está disponível no link abaixo. Confira:
Fonte: Rádio Cidade em Dia
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