A Lua Cheia de maio, conhecida como “Lua Cheia das Flores”, ocorre nesta sexta-feira (1º) e poderá ser observada ao longo do dia e da noite. O fenômeno, que neste ano é classificado como microlua, simboliza o auge da primavera no Hemisfério Norte.
O nome tem origem nas tradições de povos indígenas da América do Norte, especialmente os Comanche, que associavam esse período ao florescimento intenso da natureza.
Por que “Lua das Flores”?
A denominação está ligada à abundância de flores típica da primavera no Hemisfério Norte. No entanto, diferentes povos indígenas utilizavam nomes variados para a lua cheia de maio, conforme suas referências culturais e ambientais.
Entre eles:
- Creek e Choctaw: “Lua da Amora”
- Outras tradições: “Lua do Sapo”
- Anishnaabe: “Lua do Florescimento”
- Apache: período em que “as folhas estão verdes”
Essas variações refletem a relação entre os ciclos da natureza e a observação do céu ao longo da história.
O que é uma microlua
Neste ano, a Lua Cheia das Flores será uma microlua, fenômeno que ocorre quando o satélite natural está no ponto mais distante da Terra em sua órbita.
Nessa condição, a lua pode parecer ligeiramente menor e menos brilhante, embora a diferença seja discreta a olho nu.
Veja o calendário das próximas luas cheias
Após a Lua das Flores, outras fases marcantes ainda estão previstas para 2026. Confira:
- 31 de maio: Lua Azul
- 29 de junho: Lua de Morango
- 29 de julho: Lua dos Cervos
- 28 de agosto: Lua do Esturjão
- 26 de setembro: Lua da Colheita
- 26 de outubro: Lua do Caçador
- 24 de novembro: Lua do Castor
- 23 de dezembro: Lua Fria
Cada uma dessas luas também carrega significados tradicionais ligados às estações do ano e aos ciclos da natureza.
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