Prefeitura de Florianópolis demite 150 servidores em greve e tensão aumenta

ACTs da Educação tiveram contratos encerrados após faltas serem consideradas injustificadas pela administração municipal

Imagem ilustrativa criada com Inteligência Artificial.
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A Prefeitura de Florianópolis demitiu 150 servidores temporários da Educação que aderiram à greve do Sintrasem. A decisão foi publicada no Diário Oficial desta quarta-feira (6) e considera as ausências como “injustificadas”.

Segundo a administração municipal, os contratos dos ACTs (Admissão em Caráter Temporário) preveem demissão em casos de ausência superior a 48 horas consecutivas ou três faltas alternadas sem justificativa.

A prefeitura também argumenta que a greve foi considerada ilegal pela Justiça no dia 30 de abril, o que embasou a decisão de encerrar os contratos.

O Sintrasem criticou a medida e classificou as demissões como “arbitrárias e ilegais”. Em publicação nas redes sociais, o sindicato afirmou que já está tomando medidas jurídicas contra a decisão.

A paralisação começou após a categoria rejeitar a proposta apresentada pela gestão do prefeito Topázio Neto durante as negociações da data-base.

Entre as reivindicações estão reajuste salarial, realização de concursos públicos, redução das terceirizações e demandas específicas das áreas da Educação e Saúde.

A prefeitura informou ainda que deve abrir um processo seletivo emergencial para contratação de novos profissionais temporários.


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