Projeto que prevê reajuste salarial para categorias de segurança pública é acatado em Comissão de Finanças e Tributação

Caso aprovado, o reajuste salarial terá um custo de R$ 656 milhões para os cofres do Estado em 2022.

Imagem ilustrativa criada com Inteligência Artificial.
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Na manhã desta quarta-feira (3), a Comissão de Finanças e Tributação apresentou, com maioria dos votos, o parecer favorável ao Projeto de Lei Complementar (PLC) 12/2021, que prevê reajuste salarial para as categorias pertencentes à área da segurança pública. O projeto engloba policiais civis, servidores do Instituto Geral de Perícias (IGP), policiais e bombeiros militares.

O projeto, do governo do Estado, também contempla aposentados e militares da reserva. A proposta deve contar com um percentual maior de aumento (33%) para quem tem os menores salários e uma cota menor para quem está no tipo da carreira (21%), dessa forma, cada categoria terá um coeficiente diferente a ser aplicado no subsídio.

Os reajustes serão aplicados em dois momentos: a partir de 1° de janeiro de 2022 e a partir de 1° de julho de 2022. Segundo o governo, ao apresentar os motivos do projeto, serão beneficiados, entre ativos, aposentados e da reserva, 5.154 servidores da Polícia Civil, 790 do IGP, 20,215 policiais militares e 3.992 bombeiros, totalizando em 30.151 pessoas. Caso aprovado, o reajuste salarial terá um custo de R$ 656 milhões para os cofres do Estado em 2022.

Fonte: Alesc

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