As obras de desassoreamento e limpeza da calha ativa do Rio da Madre, também conhecido como Rio Morto ou Rio Seco, já alcançaram 9,1 quilômetros de extensão, o equivalente a cerca de 42% do cronograma previsto. A intervenção, iniciada em 16 de junho, contempla mais de 21 quilômetros de recuperação do leito para melhorar o escoamento das águas e reduzir o risco de alagamentos.
Durante uma vistoria realizada nesta semana, técnicos da Secretaria de Proteção e Defesa Civil percorreram o trecho em execução de embarcação e constataram um problema que preocupa: a grande quantidade de lixo e resíduos domésticos descartados de forma irregular nas margens do rio.
Embora o contrato preveja apenas a retirada da vegetação densa, a empresa responsável pelos trabalhos, Santa Catarina Dragagem Ltda, também está recolhendo voluntariamente os resíduos encontrados para contribuir com a despoluição do manancial e garantir maior eficiência ao serviço.
Segundo o secretário de Proteção e Defesa Civil, Rafael Marques, o município segue investindo na ampliação da capacidade de escoamento do rio para minimizar os impactos das chuvas. Ele reforçou, porém, que a colaboração da população é fundamental para manter as margens livres de entulhos e preservar os resultados da obra.
O investimento na intervenção é de R$ 1,415 milhão. A expectativa é que os serviços sejam concluídos após a recuperação dos 21 quilômetros previstos, fortalecendo o sistema de drenagem e beneficiando moradores da região.
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