Criciúma fica sem três ambulâncias do Samu e vereador cobra respostas

Veículos estavam parados para manutenção, segundo Luiz Fontana, que também questiona a demora na entrega de uma quarta ambulância e a falta de manutenção preventiva

Criciúma fica sem três ambulâncias do Samu e vereador cobra respostas - Foto: Divulgação/SAMU
Criciúma fica sem três ambulâncias do Samu e vereador cobra respostas - Foto: Divulgação/SAMU
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Três ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de Criciúma ficaram fora de operação simultaneamente por problemas mecânicos. A situação foi denunciada pelo vereador Luiz Fontana, que cobra explicações da Prefeitura sobre a manutenção dos veículos e os impactos no atendimento à população.

Segundo o parlamentar, duas ambulâncias Mercedes e uma Renault estavam paradas para conserto. Entre os problemas relatados estão falhas nos freios, uma pane ainda não identificada e defeitos na maca de um dos veículos.

Em um dos episódios, uma ambulância apresentou problema durante o transporte de um paciente, que precisou ser transferido para um veículo dos bombeiros. De acordo com Fontana, a falha ocorreu há mais de dez dias.

Vereador questiona manutenção e demora na entrega de veículo

Fontana afirmou que já apresentou questionamentos à Prefeitura em 2025 e 2026. Entre as respostas recebidas, segundo ele, está a informação de que o município ainda não havia elaborado um procedimento operacional padrão para o funcionamento do Samu.

O vereador também aponta que uma quarta ambulância, já adquirida pelo município, deveria estar em operação há cerca de dois meses, mas ainda não havia sido disponibilizada.

Outro ponto levantado é a manutenção preventiva. Conforme Fontana, os três veículos registraram mais de nove problemas relacionados aos freios neste ano. Ele também mencionou um acidente anterior envolvendo uma ambulância e levantou a possibilidade de falha no sistema de frenagem.

O parlamentar pretende apresentar novo requerimento para verificar se a indisponibilidade dos veículos prejudicou atendimentos. Até o momento, segundo ele, não foi possível confirmar se algum paciente deixou de receber assistência por causa da situação.

A reportagem foi produzida com informações da Rádio Cidade Em Dia.

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