O deputado estadual Mário Motta voltou a defender a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar pontos relacionados ao caso Orelha, que teve grande repercussão em Santa Catarina. Em entrevista à Rádio Cidade Tubarão nesta quinta-feira (26), o parlamentar afirmou que a proposta busca esclarecer dúvidas que permaneceram após o arquivamento do processo.
Segundo Motta, a principal questão está na diferença entre as conclusões apresentadas pela Polícia Civil no início das investigações e o entendimento posterior do Ministério Público, baseado em novas diligências e em um laudo da Polícia Científica.
“A intenção da CPI não é acusar inocentes e nem defender culpados. É buscar respostas para perguntas que continuam sem esclarecimento”, afirmou o deputado.
Motta destacou que o laudo pericial apontou que o cão teria morrido em decorrência de uma doença crônica, sem evidências de maus-tratos. Para ele, a participação da Polícia Científica desde o início poderia ter evitado questionamentos e a forte repercussão do caso.
O parlamentar também detalhou a tentativa de reunir as 14 assinaturas necessárias para a abertura da CPI na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc). Apesar de ter alcançado o número mínimo, duas assinaturas foram retiradas posteriormente, inviabilizando a instalação da comissão.
“Eu também quero justiça, mas antes da justiça eu quero verdade. Quero saber exatamente o que é que tem nesse processo”, declarou.
Mário Motta afirmou que continuará buscando apoio entre os deputados para tentar viabilizar a CPI e aprofundar os esclarecimentos sobre o caso.
FIQUE BEM INFORMADO: 📲 Fique por dentro do que acontece em Santa Catarina!
Entre agora no nosso canal no WhatsApp e receba as principais notícias direto no seu celular.
👉 Clique aqui e acompanhe