A nova mascote do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), batizada de “Pilili”, provocou uma onda de críticas e debates políticos após o lançamento oficial para as eleições de 2026.
Inspirada na urna eletrônica e no som emitido ao confirmar o voto, a personagem foi apresentada durante as comemorações dos 30 anos da urna eletrônica e será utilizada em campanhas educativas, conteúdos digitais e ações de incentivo à participação eleitoral.
Contrato milionário virou alvo de críticas
A repercussão ganhou força nas redes sociais após opositores associarem a mascote a um contrato de cerca de R$ 6 milhões anuais destinado à comunicação institucional do TSE.
Parlamentares como Cleitinho, Flávio Bolsonaro e Kim Kataguiri criticaram o uso de recursos públicos para campanhas desse tipo e questionaram a prioridade do investimento.
O TSE, no entanto, esclareceu que o contrato não é exclusivo para a criação da mascote. Segundo a Corte, os recursos abrangem campanhas educativas, convocação de mesários, incentivo ao voto jovem, acessibilidade e ações de combate à desinformação.
TSE defende estratégia de educação eleitoral
De acordo com o tribunal, a “Pilili” foi criada para aproximar a Justiça Eleitoral da população, especialmente dos jovens, utilizando linguagem mais acessível em vídeos, animações e materiais educativos.
Sem gênero definido, a mascote deve aparecer em diversas campanhas ao longo da preparação para as eleições de 2026.
FIQUE BEM INFORMADO: 📲 Fique por dentro do que acontece em Santa Catarina!
Entre agora no nosso canal no WhatsApp e receba as principais notícias direto no seu celular.
👉 Clique aqui e acompanhe