A gordura visceral, considerada uma das mais perigosas para a saúde, pode estar presente até mesmo em pessoas magras. Diferente da gordura subcutânea, que fica sob a pele, ela se acumula ao redor de órgãos como fígado, pâncreas e intestino, aumentando o risco de doenças como infarto, AVC e diabetes tipo 2.
Especialistas alertam que o excesso dessa gordura também está ligado à inflamação crônica, alterações hormonais e resistência à insulina. Um dos sinais de alerta pode ser identificado pela medida da circunferência abdominal: acima de 101,5 centímetros nos homens e 89 centímetros nas mulheres.
Entre as estratégias mais eficazes para reduzir a gordura visceral estão a adoção de uma alimentação mais natural, a redução do consumo de ultraprocessados e a prática regular de exercícios físicos.
Pesquisas apontam que o treino intervalado de alta intensidade (HIIT) pode acelerar a queima de gordura abdominal. Além disso, a substituição de alimentos refinados por cereais integrais e a inclusão de alimentos como o abacate na dieta também estão associadas a melhores resultados.
Estudos indicam ainda que a perda de apenas 5% do peso corporal já pode trazer benefícios significativos, reduzindo o acúmulo de gordura em órgãos internos e melhorando a saúde metabólica.
Fonte: Viva Bem/UOL
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