Santa Catarina registra baixa cobertura vacinal em crianças

Uma das maiores preocupações das autoridades de saúde é em relação à imunização infantil com vacinas previstas no calendário

Imagem ilustrativa criada com Inteligência Artificial.
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Além do alerta para a baixa cobertura vacinal de crianças e adolescentes contra a gripe e a Covid, os demais imunizantes previstos para estes grupos também não são de render elogios. Estão disponíveis, nos postos de saúde, diversas vacinas essenciais, como BCG, pneumococo 10, meningite ACWY e sarampo. Segundo o superintendente da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE/SC), Eduardo Macário, todos são imunizantes contra doenças que já haviam sido erradicadas no país.

A situação pode ser atribuída a diferentes fatores, como explica Macário. O primeiro deles é a falsa percepção de que essas doenças não são mais casos de saúde pública, como acontece com a paralisia infantil.

Para o superintendente, esse movimento antivacina gerou uma certa descredibilidade na campanha promovida pelos órgãos de saúde. Mesmo assim, um trabalho intenso vem sendo feito com os municípios, a fim de mudar o cenário e melhorar a adesão infantojuvenil. Outro ponto citado por Macário é o receio da população com os possíveis eventos adversos nos vacinados. Quanto a isso, ele afirma que todas as reações são monitoradas e, até agora, o número de eventos adversos é mínimo se comparados a quantidade de pessoas que contraíram essas doenças.

Além do alerta para a baixa cobertura vacinal de crianças e adolescentes contra a gripe e a Covid, os demais imunizantes previstos para estes grupos também não são de render elogios. Estão disponíveis, nos postos de saúde, diversas vacinas essenciais, como BCG, pneumococo 10, meningite ACWY e sarampo. Segundo o superintendente da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE/SC), Eduardo Macário, todos são imunizantes contra doenças que já haviam sido erradicadas no país.

A situação pode ser atribuída a diferentes fatores, como explica Macário. O primeiro deles é a falsa percepção de que essas doenças não são mais casos de saúde pública, como acontece com a paralisia infantil.

Para o superintendente, esse movimento antivacina gerou uma certa descredibilidade na campanha promovida pelos órgãos de saúde. Mesmo assim, um trabalho intenso vem sendo feito com os municípios, a fim de mudar o cenário e melhorar a adesão infantojuvenil. Outro ponto citado por Macário é o receio da população com os possíveis eventos adversos nos vacinados. Quanto a isso, ele afirma que todas as reações são monitoradas e, até agora, o número de eventos adversos é mínimo se comparados à quantidade de pessoas que contraíram essas doenças.
 

 

Fonte: Rádio Cidade Tubarão

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