O Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO), do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), deflagrou na manhã desta terça-feira (20) uma nova fase de uma investigação que apura crimes de estelionato, lavagem de dinheiro e organização criminosa.
Ao todo, foram cumpridos 13 mandados de busca e apreensão nos municípios de São Miguel do Oeste, Caibi, Chapecó, Lages, Itajaí e São José. A Justiça também determinou o bloqueio de contas bancárias dos investigados em até R$ 9,6 milhões, além da apreensão de veículos de luxo.
Entre as medidas cautelares impostas estão o monitoramento eletrônico de quatro investigados, a suspensão do exercício de funções em empresas ligadas ao esquema e a proibição de solicitar ou receber valores por meio de alvarás judiciais relacionados às empresas investigadas. Quatro dos alvos são advogados, e as diligências ocorreram com acompanhamento da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
As investigações apontam para um esquema estruturado de lavagem de dinheiro, obstrução de Justiça e criação de empresas de fachada, com foco em golpes aplicados contra idosos em situação de vulnerabilidade por meio de cessões de créditos judiciais. O grupo é suspeito de ter lesado ao menos 280 vítimas.
A ação contou com apoio das Polícias Militar, Civil de Santa Catarina e da Polícia Rodoviária Federal. As investigações seguem em andamento.
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