A Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC) deflagrou, na manhã desta terça-feira (29), a Operação Pronta Resposta em Florianópolis. A ação, realizada em conjunto com o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), tem como foco responsabilizar suspeitos de efetuarem disparos contra policiais militares no fim de fevereiro deste ano, no Centro da capital.
A ofensiva ocorre por meio do 4º Batalhão de Polícia Militar (4º BPM) e conta com o apoio da 39ª Promotoria de Justiça, especializada no combate ao crime organizado. Ao todo, estão sendo cumpridos quatro mandados de busca e apreensão, expedidos pela Vara Estadual de Organizações Criminosas.
Relembre o caso
O episódio que motivou a operação aconteceu no dia 27 de fevereiro de 2026, na região da Rua Silva Jardim, nas proximidades do Hotel Veleiros da Ilha.
Na ocasião:
- Houve confronto entre suspeitos e guarnições da Polícia Militar;
- Um homem com extensa ficha criminal morreu durante a ação;
- Após o confronto, policiais foram alvo de novos disparos;
- Os tiros partiram do alto do Morro do Mocotó;
- A área atingida é considerada de grande circulação no Centro da cidade.
Segundo as autoridades, os disparos ocorreram enquanto a área ainda estava isolada e equipes aguardavam a chegada de outros órgãos competentes.
Investigação e desdobramentos
Após o ataque, os envolvidos foram identificados pelas forças de segurança. A apuração foi encaminhada ao Ministério Público, que formalizou a representação junto ao Poder Judiciário, resultando na expedição dos mandados cumpridos nesta terça-feira.
A operação reforça, segundo os órgãos envolvidos, o compromisso das instituições com:
- A preservação da ordem pública;
- A responsabilização de crimes contra agentes de segurança;
- A proteção da população em áreas urbanas sensíveis.
Ação integrada contra o crime organizado
A atuação conjunta entre Polícia Militar e Ministério Público faz parte de uma estratégia para combater ações coordenadas de grupos criminosos na capital catarinense.
Casos como o ocorrido em fevereiro acendem o alerta das autoridades para o risco de confrontos em áreas densamente povoadas, o que pode colocar em perigo moradores e trabalhadores da região central.
Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre possíveis prisões ou apreensões realizadas durante a operação.
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