Nova fase da Operação Anomalia, deflagrada na manhã desta terça-feira (10) pela Polícia Federal, expõe um esquema criminoso que teria transformado a estrutura de segurança pública do Rio de Janeiro em ferramenta de extorsão. O alvo são policiais civis e operadores financeiros suspeitos de integrar um núcleo dedicado a extorquir membros de facções criminosas, além de praticar corrupção e lavagem de capitais.
Cerca de 40 policiais federais cumprem quatro mandados de prisão preventiva e três mandados de busca e apreensão na cidade do Rio de Janeiro, todos expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) .
Além das prisões, a Suprema Corte determinou uma série de medidas cautelares focadas na descapitalização do grupo, incluindo:
- O afastamento imediato das funções públicas dos policiais civis investigados;
- A suspensão do exercício de atividades empresariais das pessoas jurídicas utilizadas nas práticas criminosas;
- O bloqueio de valores em contas bancárias e de criptoativos ligados aos alvos.
A ação integra a Força-Tarefa Missão Redentor II, instituída em cumprimento ao Acórdão da ADPF 635, que trata de ações de segurança pública no Estado.
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