Vigilância armada começa a atuar em escolas de Itajaí

Integração com os 245 vigilantes ocorre nesta sexta pela manhã, no auditório da Secretaria de Educação

Imagem ilustrativa criada com Inteligência Artificial.
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Os 245 vigilantes da empresa Orbenk, vencedora da licitação para implantar o serviço de Vigilância Escolar Armada, participarão na manhã desta sexta-feira (7) de uma reunião de integração, que marcará o início dos trabalhos em Itajaí. O encontro ocorrerá no auditório superior da Secretaria de Educação, das 7h às 10h. A partir das 10h30, será realizada uma apresentação dos serviços de vigilância escolar para os 120 diretores das unidades da Rede Municipal de Ensino.

A partir do período vespertino, os vigilantes iniciarão os trabalhos nos seus respectivos postos, nas unidades de ensino. “Conforme prevê o contrato, na sexta-feira, dia 7, completam-se 10 dias corridos da assinatura da ordem de serviço. Portanto, os vigilantes estarão aptos para atuar em 100% das escolas, creches e centros de educação em tempo integral do Município”, informou o gestor operacional da Orbenk, Cristiano Farias.

A contratação prevê 120 profissionais para o período matutino (das 7h às 13h), 120 para o período vespertino (das 13h às 19h) e cinco vigilantes para o período noturno (das 18h às 0h). A estimativa de custos mensais é de R$ 930.750,00. O contrato inicial terá vigência de 12 meses, com valor total de R$ 11.169.000,00. A medida atende à reivindicação da comunidade por mais segurança e está alinhada a outras ações já adotadas pela Administração Municipal.

 

Segurança armada

A empresa contratada deverá oferecer, além da mão de obra, todos os insumos, materiais e equipamentos necessários à execução dos serviços, conforme estabelecido no contrato de prestação de serviço. Entre as atribuições da vigilância armada estão: manter sob segurança e controle a entrada e a saída de pessoas nas unidades de ensino, realizar rondas na área sob segurança, encaminhar à recepção pessoas estranhas ao convívio da unidade e identificá-las, impedir a entrada de pessoas não autorizadas, atentar para quaisquer atitudes suspeitas na entrada e saída de pessoas, funcionários e alunos e comunicar aos órgãos responsáveis.

Além disso, o contrato prevê que os vigilantes adotem todos os cuidados e precauções indispensáveis ao manuseio de armamento, tenham porte funcional e formação em vigilância armada credenciada por uma unidade da Polícia Federal, bem como uma série de critérios que comprovem sua capacidade para atuar em unidades de ensino.

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