Dividir a cama com o cachorro ou o gato já faz parte da rotina de muitas famílias. Além de reforçar o vínculo entre tutor e animal, o hábito pode contribuir para o bem-estar emocional e proporcionar uma sensação maior de conforto e segurança durante a noite.
Segundo especialistas, cães e gatos são animais sociáveis e tendem a buscar proximidade com pessoas de confiança. O contato físico, como fazer carinho antes de dormir, favorece a liberação de hormônios ligados ao bem-estar, como a ocitocina, ajudando a aliviar o estresse e a ansiedade.
No entanto, para que a convivência seja segura, alguns cuidados são indispensáveis. Manter a vacinação, a vermifugação e o controle de pulgas e carrapatos em dia, além de realizar consultas periódicas com o médico-veterinário, é fundamental para proteger a saúde do pet e da família.
Outro fator importante é o conforto durante o sono. Colchões com menor transferência de movimento podem reduzir os impactos quando o animal muda de posição durante a noite, proporcionando um descanso mais tranquilo para todos.
Quando é melhor evitar?
Embora o hábito seja considerado seguro na maioria dos casos, especialistas recomendam que o pet não durma na cama quando estiver doente ou em tratamento, apresentar infestação por parasitas ou quando o tutor tiver alergias respiratórias importantes ou baixa imunidade.
Com os cuidados adequados, dividir a cama com o animal de estimação pode ser uma experiência confortável e fortalecer ainda mais a relação entre tutores e seus companheiros.
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