O custo de vida em Florianópolis voltou a subir em abril e pesou ainda mais no bolso das famílias. O Índice de Custo de Vida (ICV), calculado pela Udesc Esag, registrou alta de 0,92% no mês, impulsionado principalmente pelo aumento dos alimentos consumidos dentro de casa.
Entre os produtos que mais encareceram estão o tomate, com alta de 29,56%, leite longa vida (17,50%), batata inglesa (8,46%), peito de frango (7,92%) e cebola (5,99%). O acumulado da inflação na Capital chega a 2,72% em 2026 e a 4,83% nos últimos 12 meses.
Segundo a economista do ICV, Bruna Soto, a alimentação no domicílio foi o principal fator de pressão sobre o índice em abril.
“O resultado da inflação em abril foi puxado, sobretudo, pela alta expressiva dos preços dos alimentos consumidos dentro de casa”, destacou.
O grupo alimentação e bebidas teve aumento de 2,29% no período. Já a alimentação fora de casa também ficou mais cara, com alta de 0,73%, influenciada principalmente por lanches e bebidas.
Além dos alimentos, outros setores também contribuíram para a inflação na Capital:
- Saúde e cuidados pessoais: +2,10%
- Transportes: +0,72%
- Habitação: +0,56%
- Educação: +0,92%
As passagens aéreas chamaram atenção, com aumento de 14,59% em abril.
Por outro lado, alguns grupos ajudaram a reduzir uma pressão ainda maior sobre o índice. Artigos de residência caíram 1,82%, enquanto despesas pessoais tiveram leve recuo de 0,13%.
O levantamento do ICV considera famílias com renda entre um e 40 salários mínimos e analisa mensalmente 297 produtos e serviços em Florianópolis.
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