A greve dos servidores municipais de Florianópolis continua impactando os serviços de educação e saúde nesta terça-feira (12), enquanto sindicato e prefeitura tentam avançar em uma nova rodada de negociações mediada pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC).
O movimento foi iniciado pelo Sintrasem após a categoria rejeitar a proposta apresentada pela prefeitura durante as negociações da data-base.
Na segunda-feira (11), representantes do sindicato e do Executivo participaram de uma audiência de conciliação no TJSC, mas o encontro terminou sem acordo. As negociações serão retomadas nesta terça-feira, às 13h.
Educação e saúde ainda têm serviços afetados
Segundo dados divulgados nesta terça, a adesão à greve apresenta queda gradual.
Na educação:
- 41 escolas básicas municipais seguem com atendimento normal;
- Nenhuma escola está totalmente sem atendimento;
- 15,9% dos profissionais seguem em greve.
Nos Núcleos de Educação Infantil (Neims):
- 83 unidades funcionam normalmente;
- Apenas uma unidade segue sem atendimento;
- A adesão caiu para 19,8%.
Na saúde, cerca de 10,67% dos servidores permanecem paralisados. Os centros de saúde com maior impacto são Saco Grande, Novo Continente, Jurerê e Rio Tavares.
A prefeitura orienta que pacientes consultem o Alô Saúde Floripa pelo telefone 0800 333 3233 antes de se deslocarem até as unidades.
Além da greve, a crise ganhou novos capítulos após a exoneração de cerca de 150 servidores da educação por “ausência injustificada”, conforme publicação no Diário Oficial do município.
O TJSC já declarou a greve ilegal e determinou o retorno dos serviços públicos afetados.
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